The New Rules of Executive Presence

Publicação: HBR Special Issue, Spring 2025

Tese central: As regras de Presença Executiva (EP) mudaram significativamente entre 2012 e 2022. Autenticidade — que mal aparecia como traço relevante 10 anos antes — tornou-se um dos atributos mais valorizados. Líderes hoje precisam de uma persona confiante e decisiva sem imitar um modelo ultrapassado e idealizado.

A mudança mais marcante: autenticidade

Traço20122022
AutenticidadeNão apareciaTop 5 em Aparência
Blue-chip pedigree57%— (caiu)
Inclusiveness68% (subiu de “emotional intelligence” 59%)
Respect for others65% (novo)
Vision52%60% (subiu)

O que “autenticidade” significa na prática:

  • Não imitar um modelo idealizado de líder — revelar quem você fundamentalmente é
  • Mostrar suas raízes e valores de forma genuína (ex: Thasunda Brown Duckett, CEO da TIAA)
  • Líderes de grupos sub-representados que tentam esconder seus traços diversos ou que os exageram a ponto de distrair ambos os movimentos tendem a ter resultados piores

Notas geradas

Citações-âncora

“Nowadays, to be seen as leadership material, executives are expected to reveal who they fundamentally are — not mimic some dated, idealized model.”

“Executives who operate this way [with authentic leadership] are sometimes described as ‘diplomats’ or ‘statespeople.’”

O que mudou minha forma de pensar

O dado de que “autenticidade” nem aparecia na pesquisa de 2012 e agora é top 5 é muito concreto sobre como as expectativas de liderança mudaram. Isso não é apenas uma moda — é uma mudança de época (lembra o conceito de Inteligência Contextual): o zeitgeist de hoje valoriza transparência, inclusão e propósito, e os líderes que não se adaptam a esse novo contexto perdem eficácia mesmo que sejam tecnicamente competentes.